Publicidade
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Declínio na população de borboletas nas áreas rurais da Europa
Dezessete espécies de borboletas encontradas amplamente na Europa, incluindo a Adonis azul e a Lulworth skipper, caíram mais de 70% nos últimos 20 anos, segundo um novo estudo da Butterfly Conservation Europe.
A diminuição drástica do número de borboletas indica uma maior perda da biodiversidade. Muitos outros insetos, como abelhas, moscas-das-flores, aranhas e traças, além de plantas e aves, também vêm desaparecendo junto com a perda das paisagens tradicionais. Leia mais...
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Mosquitos
Mosquito e pernilongo são termos gerais para designar diversos insectos da subordem Nematocera, normalmente dando ênfase para a família Culicidae. Por constituirem uma nomenclatura vulgar, isso é, não tendo as regras da Nomenclatura científica, abarcam diversos taxons como os mosquitos-palha e os mosquitos-pólvora.
As fêmeas são também conhecidas como melgas ou tropeteiros, designações de carácter popular ou regional.
Como os outros membros da ordem Diptera, os mosquitos têm um par de asas e um par de halteres, que são modificações das asas posteriores usadas como órgãos de equilíbrio. Nos chamados mosquitos a probóscide (tromba) está adaptada para a sucção de líquidos como néctar, seiva ou sangue.
Mosquito-palha (Wikipédia), também conhecido como birigui, cangalha, tatuquíra, entre outros, são mosquitos (diptera), pequenos, corcundas e com as asas, estreitas e de forma lanceolada, sempre levantadas quando estão pousados.
São conhecidas cerca de 450 espécies, distribuídas no continente americano, sendo o gênero Lutzomyia responsável pela transmissão da leishmaniose, uma doença provocada pelos parasitas unicelulares do gênero Leishmania, um protozoário. Leishmaniose é geralmente transmitida no Velho Mundo pelo inseto do gênero Phlebotomus. A doença é transmitida ao homem através de um reservatório animal (hospedeiro) como os roedores e os canídeos.
Sintomas
A transmissão dá-se classicamente pela picada do flebotomíneo ou flebótomo, chamado de inseto vetor. Somente as fêmeas sugam sangue, pondo algumas dezenas de ovos em locais terrestres úmidos, como sob pedras e folhas no solo. Após 30-60 dias, a larva madura fixa-se no subtrato e se transforma em pupa, mudando após mais alguns dias para adulto. Os adultos parecem voar poucas centenas de metros, em geral com um vôo saltitante e só picam partes do corpo não cobertas por roupas. Sua picada costuma ser dolorosa, e podem transmitir várias espécies de Leishmania, tanto em florestas quanto em ambientes modificados. Há espécies que picam somente em florestas, e outras que se adaptam a ambientes modificados, incluindo o peridomicílio e áreas com vegetação arbustiva, como Lutzomyia longipalpis, que transmite Leishmania infantum chagasi, causadora de leishmaniose visceral.
Ciclo de vida
Diferente dos mosquitos, a fêmea de flebotomíneo põe seus ovos no solo das florestas ou em ambientes modificados pela ação humana. O ciclo de vida de um flebotomíneo compreende as seguintes fases: ovo, larva, pupa e adulto, por isso os flebotomíneos são classificados como insetos holometábolos. Os ovos são pequenos, quase microscópicos, e uma vez eclodidos, geram larvas, que são de difícil visualização a olho nu. As larvas alimentam-se da matéria orgânica presente no solo e passam por quatro estádios (fases), que no decorrer do desenvolvimento aumentam seu metabolismo e tamanho. Posteriormente, as larvas transformam-se em pupas, que se fixam no substrato e não se alimentam. Começa então a fase da metamorfose que resultará no inseto adulto.
Para compreender e conhecer seus aspectos biológicos, a solução, portanto, consiste em trazer os adultos vivos para o laboratório, e criá-los em local especializado (insetário), no sentido de se manter uma produção para usá-los em pesquisas experimentais.
A modificação da vegetação costuma causar a redução na população de uma espécie e o aumento na de outra, que pode substituir a primeira como vetor de alguma espécie de Leishmania.
Embora em diversas obras da literatura seja citado apenas o gênero Lutzomyia como os insetos vetores das leishmanioses na América, o recente trabalho de Galati (2003) propõe uma nova classificação do grupo, com a criação de novos gêneros.
Culiseta é um gênero de mosquitos. A maioria "Culiseta" são espécies adaptadas ao frio que só ocorrem em climas mais quentes durante as partes mais frias do ano ou em altitudes elevadas, onde as temperaturas são baixas. As larvas da maioria das espécies são encontradas em águas subterrâneas, tais como pântanos, brejos, lagoas, córregos, canais e piscinas formadas em rochas, mas uma espécie africana ocorre numa "árvore de furos" (phytotelma), uma espécie comum do leste Paleárctico ocorre em poços de água e piscinas em rochas e outras diversas espécies australianas ocorrem no subsolo. Pouco se sabe sobre os hábitos alimentares de sangue das fêmeas. A maioria das espécies se alimentam do sangue de aves e mamíferos, e também de alguns répteis. Várias espécies atacam animais domésticos e, ocasionalmente, seres humanos.
Aedes (Stegomyia) aegypti (aēdēs do grego "odioso" e ægypti do latim "do Egipto") é a nomenclatura taxonômica para o mosquito que é popularmente conhecido como mosquito da dengue, é uma espécie de mosquito da família Culicidae proveniente de África, atualmente distribuído por quase todo o mundo, com ocorrência nas regiões tropicais e subtropicais, sendo dependente da concentração humana no local para se estabelecer. O mosquito está bem adaptado a zonas urbanas, mais precisamente ao domicilio humano onde consegue reproduzir-se e pôr os seus ovos em pequenas quantidades de água limpa, isto é, pobres em matéria orgânica em decomposição e sais, o que as concede características ácidas, que preferivelmente estejam sombreados e no peridomicílio. As fêmeas para realizar hematofagia podem percorrer até 2500 m. É considerado vector de doenças graves como o dengue e a febre amarela e por isso mesmo o controle das suas populações é considerado assunto de saúde pública.
fonte: Diversos websites incluindo Wikipedia, a enciclopédia livre.
![]() |
Culiseta longiareolata - clique para ampliar |
As fêmeas são também conhecidas como melgas ou tropeteiros, designações de carácter popular ou regional.
Como os outros membros da ordem Diptera, os mosquitos têm um par de asas e um par de halteres, que são modificações das asas posteriores usadas como órgãos de equilíbrio. Nos chamados mosquitos a probóscide (tromba) está adaptada para a sucção de líquidos como néctar, seiva ou sangue.
![]() |
Larvas de mosquito |
Mosquito-palha (Wikipédia), também conhecido como birigui, cangalha, tatuquíra, entre outros, são mosquitos (diptera), pequenos, corcundas e com as asas, estreitas e de forma lanceolada, sempre levantadas quando estão pousados.
Mosquito-palha
![]() |
Phlebotomus pappatasi - clique para ampliar |
São conhecidas cerca de 450 espécies, distribuídas no continente americano, sendo o gênero Lutzomyia responsável pela transmissão da leishmaniose, uma doença provocada pelos parasitas unicelulares do gênero Leishmania, um protozoário. Leishmaniose é geralmente transmitida no Velho Mundo pelo inseto do gênero Phlebotomus. A doença é transmitida ao homem através de um reservatório animal (hospedeiro) como os roedores e os canídeos.
Sintomas
Os sintomas variam de acordo com o tipo da leishmaniose. No caso da tegumentar, surge uma pequena elevação avermelhada na pele que vai aumentando até se tornar uma ferida que pode estar recoberta por crosta ou secreção purulenta. Há também a possibilidade de sua manifestação se dar através de lesões inflamatórias no nariz ou na boca. Na visceral, ocorre febre irregular, anemia, indisposição, palidez da pele e mucosas, perda de peso, inchaço abdominal devido ao aumento do fígado e do baço.
Prevenção e tratamento
Prevenção e tratamento
A melhor forma de se prevenir contra esta doença é evitar residir ou permanecer em áreas muito próximas à mata, evitar banhos em rio próximo a mata, sempre utilizar repelentes quando estiver em matas, etc.
Esta doença deve ser tratada através de medicamentos e receber acompanhamento médico, pois, se não for adequadamente tratada, pode levar a óbito.
Esta doença deve ser tratada através de medicamentos e receber acompanhamento médico, pois, se não for adequadamente tratada, pode levar a óbito.
Protozoário Leishmania: causador da doença leishmaniose
A transmissão dá-se classicamente pela picada do flebotomíneo ou flebótomo, chamado de inseto vetor. Somente as fêmeas sugam sangue, pondo algumas dezenas de ovos em locais terrestres úmidos, como sob pedras e folhas no solo. Após 30-60 dias, a larva madura fixa-se no subtrato e se transforma em pupa, mudando após mais alguns dias para adulto. Os adultos parecem voar poucas centenas de metros, em geral com um vôo saltitante e só picam partes do corpo não cobertas por roupas. Sua picada costuma ser dolorosa, e podem transmitir várias espécies de Leishmania, tanto em florestas quanto em ambientes modificados. Há espécies que picam somente em florestas, e outras que se adaptam a ambientes modificados, incluindo o peridomicílio e áreas com vegetação arbustiva, como Lutzomyia longipalpis, que transmite Leishmania infantum chagasi, causadora de leishmaniose visceral.
Ciclo de vida
Diferente dos mosquitos, a fêmea de flebotomíneo põe seus ovos no solo das florestas ou em ambientes modificados pela ação humana. O ciclo de vida de um flebotomíneo compreende as seguintes fases: ovo, larva, pupa e adulto, por isso os flebotomíneos são classificados como insetos holometábolos. Os ovos são pequenos, quase microscópicos, e uma vez eclodidos, geram larvas, que são de difícil visualização a olho nu. As larvas alimentam-se da matéria orgânica presente no solo e passam por quatro estádios (fases), que no decorrer do desenvolvimento aumentam seu metabolismo e tamanho. Posteriormente, as larvas transformam-se em pupas, que se fixam no substrato e não se alimentam. Começa então a fase da metamorfose que resultará no inseto adulto.
Para compreender e conhecer seus aspectos biológicos, a solução, portanto, consiste em trazer os adultos vivos para o laboratório, e criá-los em local especializado (insetário), no sentido de se manter uma produção para usá-los em pesquisas experimentais.
A modificação da vegetação costuma causar a redução na população de uma espécie e o aumento na de outra, que pode substituir a primeira como vetor de alguma espécie de Leishmania.
Embora em diversas obras da literatura seja citado apenas o gênero Lutzomyia como os insetos vetores das leishmanioses na América, o recente trabalho de Galati (2003) propõe uma nova classificação do grupo, com a criação de novos gêneros.
Culiseta
![]() |
Wallpaper - clique para ampliarMosquito insect Culiseta longiareolata |
Culiseta é um gênero de mosquitos. A maioria "Culiseta" são espécies adaptadas ao frio que só ocorrem em climas mais quentes durante as partes mais frias do ano ou em altitudes elevadas, onde as temperaturas são baixas. As larvas da maioria das espécies são encontradas em águas subterrâneas, tais como pântanos, brejos, lagoas, córregos, canais e piscinas formadas em rochas, mas uma espécie africana ocorre numa "árvore de furos" (phytotelma), uma espécie comum do leste Paleárctico ocorre em poços de água e piscinas em rochas e outras diversas espécies australianas ocorrem no subsolo. Pouco se sabe sobre os hábitos alimentares de sangue das fêmeas. A maioria das espécies se alimentam do sangue de aves e mamíferos, e também de alguns répteis. Várias espécies atacam animais domésticos e, ocasionalmente, seres humanos.
Aedes aegypti
![]() |
Aedes (Stegomyia) aegypti |
Aedes (Stegomyia) aegypti (aēdēs do grego "odioso" e ægypti do latim "do Egipto") é a nomenclatura taxonômica para o mosquito que é popularmente conhecido como mosquito da dengue, é uma espécie de mosquito da família Culicidae proveniente de África, atualmente distribuído por quase todo o mundo, com ocorrência nas regiões tropicais e subtropicais, sendo dependente da concentração humana no local para se estabelecer. O mosquito está bem adaptado a zonas urbanas, mais precisamente ao domicilio humano onde consegue reproduzir-se e pôr os seus ovos em pequenas quantidades de água limpa, isto é, pobres em matéria orgânica em decomposição e sais, o que as concede características ácidas, que preferivelmente estejam sombreados e no peridomicílio. As fêmeas para realizar hematofagia podem percorrer até 2500 m. É considerado vector de doenças graves como o dengue e a febre amarela e por isso mesmo o controle das suas populações é considerado assunto de saúde pública.
fonte: Diversos websites incluindo Wikipedia, a enciclopédia livre.
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Percevejo castanho está destruindo as pastagens em Mato Grosso do Sul
Mais de 40% das pastagens da região Norte de Mato Grosso do Sul já podem estar infectadas pelo Percevejo Castanho que, ao alimentar-se das raízes de algodão, cana, arroz, amendoim, milho e feijão, provoca a morte das plantas, causando graves prejuízos aos produtores rurais. Mais recentemente, foi constatada a incidência também em pastagens, o que se verifica em abrangência preocupante em municípios do norte do Estado, como Pedro Gomes, Coxim e também no Pantanal. Uma propriedade onde muito pasto já secou e morreu é a Fazenda Chimarrão, próxima ao Rio Piquiri, no Pantanal de MS.
O alerta sobre os prejuízos que começam a surgir nas propriedades rurais foi feito na última quinta-feira pelo assessor-técnico da Famasul - Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul, engenheiro-agrônomo Lucas Galvan.
Segundo ele, o Percevejo Castanho normalmente atacava lavouras e em maio de 1996, a Embrapa Gado de Corte publicou uma nota técnica esclarecendo sobre a ocorrência do Percevejo Castanho em Pastagens.
“O Percevejo Castanho fica no solo e ataca as raízes, sugando a seiva das plantas, secando-as e causando até a morte completa da planta” explicou Galvan. E além do prejuízo que os produtores rurais têm com a perda do pasto, ainda surgem as plantas daninhas, exigindo mais gastos para combatê-las.
O combate dessa praga, no entanto, é mais fácil nas áreas de lavouras, de grãos, porque na hora do plantio, com o revolver da terra na hora do preparo da safra, e posteriormente com a aplicação de inseticidas, o percevejo acaba sendo eliminado. No entanto, nas pastagens é mais complicado, e para combater esse inseto é necessário o trabalho de reforma da pastagem, que tem custo significativo com a compra de sementes, passagem do arado e grade no solo e a aplicação posterior do inseticida. “Isso representa um custo muito alto para os pecuaristas”, afirma Galvan que sugere um debate mais aprofundado desse assunto envolvendo as Embrapas, as Fundações, a Agraer e todos os órgãos ligados ao setor agropecuário.
E se não houver um combate mais eficiente dessa praga, corre o risco da incidência do Percevejo em mais áreas, atingindo outras regiões de pecuária do Estado.
O presidente do sindicato rural de Pedro Gomes, José Roberto Scalabrini, em contato telefônico com o Correio Rural & Negócios garantiu que “já morreu muito pasto. E a praga está atingindo não apenas terra arenosa como historicamente acontecia. Também está matando pastagens em terras argilosas aqui na região Norte do Estado”, afirmou. Assegura, também, que há o registro do Percevejo Castanho em muitas pastagens pantaneiras, como é o caso da Fazenda Chimarrão, próxima ao Rio Piquiri.
Nas regiões mais secas, onde é menor a incidência de chuvas e de umidade, o inseto se prolifera mais. Scalabrini afirmou que já tem cavado a terra para identificar em que níveis o inseto está instalado na região. “Já cavamos até um metro e meio no solo e há regiões que encontramos 120 insetos e em outras até mais de 1.000 insetos por metro quadrado”, afirmou o presidente do Sindicato Rural de Pedro Gomes. Ele acredita que a incidência já atinja de 30% a 40% da região Norte do Estado.
fonte: Correio do Estado
O alerta sobre os prejuízos que começam a surgir nas propriedades rurais foi feito na última quinta-feira pelo assessor-técnico da Famasul - Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul, engenheiro-agrônomo Lucas Galvan.
Segundo ele, o Percevejo Castanho normalmente atacava lavouras e em maio de 1996, a Embrapa Gado de Corte publicou uma nota técnica esclarecendo sobre a ocorrência do Percevejo Castanho em Pastagens.
“O Percevejo Castanho fica no solo e ataca as raízes, sugando a seiva das plantas, secando-as e causando até a morte completa da planta” explicou Galvan. E além do prejuízo que os produtores rurais têm com a perda do pasto, ainda surgem as plantas daninhas, exigindo mais gastos para combatê-las.
O combate dessa praga, no entanto, é mais fácil nas áreas de lavouras, de grãos, porque na hora do plantio, com o revolver da terra na hora do preparo da safra, e posteriormente com a aplicação de inseticidas, o percevejo acaba sendo eliminado. No entanto, nas pastagens é mais complicado, e para combater esse inseto é necessário o trabalho de reforma da pastagem, que tem custo significativo com a compra de sementes, passagem do arado e grade no solo e a aplicação posterior do inseticida. “Isso representa um custo muito alto para os pecuaristas”, afirma Galvan que sugere um debate mais aprofundado desse assunto envolvendo as Embrapas, as Fundações, a Agraer e todos os órgãos ligados ao setor agropecuário.
E se não houver um combate mais eficiente dessa praga, corre o risco da incidência do Percevejo em mais áreas, atingindo outras regiões de pecuária do Estado.
O presidente do sindicato rural de Pedro Gomes, José Roberto Scalabrini, em contato telefônico com o Correio Rural & Negócios garantiu que “já morreu muito pasto. E a praga está atingindo não apenas terra arenosa como historicamente acontecia. Também está matando pastagens em terras argilosas aqui na região Norte do Estado”, afirmou. Assegura, também, que há o registro do Percevejo Castanho em muitas pastagens pantaneiras, como é o caso da Fazenda Chimarrão, próxima ao Rio Piquiri.
Nas regiões mais secas, onde é menor a incidência de chuvas e de umidade, o inseto se prolifera mais. Scalabrini afirmou que já tem cavado a terra para identificar em que níveis o inseto está instalado na região. “Já cavamos até um metro e meio no solo e há regiões que encontramos 120 insetos e em outras até mais de 1.000 insetos por metro quadrado”, afirmou o presidente do Sindicato Rural de Pedro Gomes. Ele acredita que a incidência já atinja de 30% a 40% da região Norte do Estado.
fonte: Correio do Estado
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
Abelhas sem ferrão do Estado de São Paulo
Clique no nome cientifico para saber mais
Abelhas sem ferrão do Estado de São Paulo
Abelhas sem ferrão do Estado de São Paulo
Nome Científico | Nome Popular |
Cephalotrigona capitata (Smith, 1854) | mombucão |
Friesella schrottkyi (Friese, 1990) | mirim preguiça |
Frieseomelitta silvestrii (Friese, 1902) | marmelada negra ou preta |
Frieseomelitta varia (Lepeletier, 1836) | marmelada amarela brava |
Geotrigona mombuca (Smith, 1863) | guira |
Geotrigona subterranea (Friese, 1901) | |
Lestrimelitta limao (Smith, 1836) | iratim |
Leurotrigona muelleri (Friese, 1900) | lambe olhos |
Melipona bicolor bicolor Lepeletier, 1836 | guarupu |
Melipona marginata Lepeletier, 1836 | manduri |
Melipona quadrifasciata anthidioides Lepeletier, 1836 | mandaçaia |
Melipona quinquefasciata Lepeletier, 1836 | mandaçaia da terra |
Melipona rufiventris Lepeletier, 1836 | tujuba |
Nannotrigona testaceicornis (Lepeletier, 1836) | iraí |
Oxytrigona tataira tataira (Smith, 1863) | tataira |
Paratrigona lineata (Lepeletier, 1836) | mirim da terra, jataí da terra |
Paratrigona subnuda Moure, 1947 | jataí da terra |
Partamona cupira (Smith, 1863) | cupira |
Partamona helleri (Friese, 1900) | boca de sapo |
Plebeia droryana (Friese, 1900) | mirim droriana |
Plebeia remota (Holmberg, 1903) | mirim guaçu |
Plebeia saiqui (Friese, 1900) | mirim saiqui |
Scaptotrigona bipunctata (Lepeletier, 1836) | tubuna |
Scaptotrigona depilis (Moure, 1942) | canudo torce cabelos |
Scaptotrigona tubiba (Smith, 1863) | tubiba |
Scaptotrigona xanthotricha (Moure, 1950) | mandaguari amarela |
Scaura latitarsis (Friese, 1900) | |
Schwarziana quadripunctata (Lepeletier, 1836) | guiruçu ou iruçu |
Tetragona clavipes (Fabricius, 1804) | borá |
Tetragona quadrangula (Lepeletier, 1836) | borá |
Tetragonisca angustula angustula (Latreille, 1811) | jataí |
Trigona fulviventris Guérin, 1835 | abelha cachorro |
Trigona hyalinata (Lepeletier, 1836) | xupé ou guaxupé |
Trigona hypogea Silvestri, 1902 | mombuca carniceira |
Trigona recursa Smith, 1863 | feiticeira |
Trigona spinipes (Fabricius, 1793) | irapuá |
Trigona truculenta Almeida, 1984 | |
Trigonisca meridionalis Moure, 1990 |
Pedro SRM & Camargo JMF. 1999. Hymenoptera, Apiformes. In: Joly CA & Bicudo CEM (orgs). Biodiversidade do Estado de São Paulo. Volume 5. BIOTA/FAPESP
Nova espécie de aracnídeo é descoberta no Sul do Piauí
Os professores da Ufpi (Universidade Federal do Piauí), Leonardo Sousa Carvalho e Paulo Roberto Ramalho Silva, juntamente com zoólogos de outras instituições, descobriram e descreveram uma nova espécie de aracnídeo, grupo a que pertencem as aranhas, escorpiões, ácaros e os carrapatos.
A nova espécie, que é conhecida como Mummucia ibirapemussu Carvalho, Candiani, Bonaldo, Suesdek & Silva, 2010 (nome em tupi que faz referência às grandes quelíceras que este animal possui e utiliza para matar suas presas), foi coletada em expedições realizadas entre 2005 e 2007 ao Parque Nacional da Serra das Confusões, localizada no município de Caracol, região Sul do Estado.
O animal é pertencente à ordem Solifugae, que não possui nomes populares em português, sendo conhecida internacionalmente como "sun spiders" ("aranhas solares"). Estes aracnídeos são animais predadores, sem veneno, de porte pequeno (espécies brasileiras alcançam até 1,5 cm) e corredores muito rápidos, que habitam a serapilheira ou o solo.
A nova espécie é a primeira a ser descrita para o Estado do Piauí e, até o presente momento, é uma espécie endêmica do Parque Nacional da Serra das Confusões, sendo conhecida apenas por cerca de 20 indivíduos.
A expedição foi financiada pelo Programa de Pesquisas em Biodiversidade do Semi-Árido, sob coordenação da professora Janete Diane Nogueira Paranhos e do professor Paulo Ramalho.
fonte: Portal AZ
A nova espécie, que é conhecida como Mummucia ibirapemussu Carvalho, Candiani, Bonaldo, Suesdek & Silva, 2010 (nome em tupi que faz referência às grandes quelíceras que este animal possui e utiliza para matar suas presas), foi coletada em expedições realizadas entre 2005 e 2007 ao Parque Nacional da Serra das Confusões, localizada no município de Caracol, região Sul do Estado.
O animal é pertencente à ordem Solifugae, que não possui nomes populares em português, sendo conhecida internacionalmente como "sun spiders" ("aranhas solares"). Estes aracnídeos são animais predadores, sem veneno, de porte pequeno (espécies brasileiras alcançam até 1,5 cm) e corredores muito rápidos, que habitam a serapilheira ou o solo.
A nova espécie é a primeira a ser descrita para o Estado do Piauí e, até o presente momento, é uma espécie endêmica do Parque Nacional da Serra das Confusões, sendo conhecida apenas por cerca de 20 indivíduos.
A expedição foi financiada pelo Programa de Pesquisas em Biodiversidade do Semi-Árido, sob coordenação da professora Janete Diane Nogueira Paranhos e do professor Paulo Ramalho.
fonte: Portal AZ
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Instituto Biológico oferece exposição sobre insetos
SÃO PAULO - Durante este mês, uma mostra gratuita do Museu do Instituto Biológico de São Paulo, na zona sul da capital, expõe a importância dos insetos na vida humana. O Planeta Inseto retrata, com interatividade, diversos aspectos desses seres vivos, mostrando ao público a relevância dos animais para a sustentabilidade ambiental, produção de alimentos e saúde pública.
Entre as atrações, estão à mostra a forma como as lagartas do bicho da seda participam da fabricação de camisas e o modo de produção das abelhas que fazem mel. Outra exposição é uma corrida de baratas.
No mundo, existem mais de 1 milhão de espécies de insetos conhecidas pelo Homem, mas cientistas acreditam que outras 7 milhões ainda não foram descobertas, conforme está explicado no Planeta Inseto, entre outros conhecimentos e curiosidades.
O Instituto Biológico é um órgão da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo. A Secretaria da Cultura e o Catavento Cultural e Educacional participam da organização.
Planeta Inseto: Rua Amâncio de Carvalho, 546 - Vila Mariana. De terça a domingo, das 9h às 17h.
fonte: DCI
Entre as atrações, estão à mostra a forma como as lagartas do bicho da seda participam da fabricação de camisas e o modo de produção das abelhas que fazem mel. Outra exposição é uma corrida de baratas.
No mundo, existem mais de 1 milhão de espécies de insetos conhecidas pelo Homem, mas cientistas acreditam que outras 7 milhões ainda não foram descobertas, conforme está explicado no Planeta Inseto, entre outros conhecimentos e curiosidades.
O Instituto Biológico é um órgão da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo. A Secretaria da Cultura e o Catavento Cultural e Educacional participam da organização.
Planeta Inseto: Rua Amâncio de Carvalho, 546 - Vila Mariana. De terça a domingo, das 9h às 17h.
fonte: DCI
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Fotógrafo mostra insetos como alienígenas
Igor Siwanowicz fez macrofotografias de insetos, relacionando os animais com o imaginário sobre aliens
O fotógrafo e bioquímico polonês Igor Siwanowicz insetos em close-up, para mostrá-los como criaturas de outro planeta.
Clique aqui para ver mais...
Abelha
Reino - Animália
Classe - Insecta
Ordem - Humenoptera
Subordem - Apocrita
Super- família - Apoidea
Nome científico - Apis mellifera
Nome comum – Abelha
As abelhas são insetos que vivem agrupadas em colônia dentro de colméias e são conhecidas a mais de 40 mil anos. É um inseto extremamente organizado e trabalhador. Em cada colméia existe cerca de 60 mil abelhas, há apenas uma abelha fêmea com os órgãos sexuais completamente formados, essa é chamada de rainha.
A abelha rainha nasce de um ovo e é alimentada com um alimento especial rico em proteínas, a geléia real. Sua única tarefa é a postura de ovos, ela copula uma vez com vários zangões e vive cerca de cinco anos. Seu abdômen é maior e mais claro.
As abelhas operárias são aquelas que de acordo com sua idade limpam a colméia, cuidam das larvas, produzem cera, constroem o favo, armazenam alimento e protegem a colméia. Pelo fato de viver em constante trabalho, vivem de um a quatro meses dependendo de seu cansaço físico.
O zangão nasce de um ovo não fecundado e sua função é somente reproduzir, morre pouco depois.
Podem ser divididas em três categorias: sociais, solitárias e parasitas.
Abelhas sociais são as que vivem em enxame, são as minorias dentro da vasta quantidade de espécies, porém a mais conhecida.

As abelhas solitárias fazem seu ninho a partir de células de cria onde depositam pólen e néctar e sobre estes depositam seu ovo. Feito isto as abelhas solitárias fecham a célula e vão embora. Seu ninho pode ser construído no chão, fendas de pedras, madeira podre, caixas e até mesmo em ninhos abandonados de outros insetos.
As abelhas parasitas são aquelas que roubam o ninho de outras abelhas para depositar seus ovos, algumas invadem o ninho depositam seus ovos e vão embora deixando seus ovos aos cuidados da abelha dona do ninho.


As abelhas produzem o mel, a geléia real, o pólen, a própolis e o veneno. O mel é conhecido desde a antiguidade, foi o único alimento doce usado pelo homem até quando foi substituído por açúcares. O mel é o único doce rico em proteínas, sais minerais, vitaminas, enzimas, dextrinas, aminoácidos e hormônios naturais e essenciais para a vida do homem. Possui ação antibactericida como poucos alimentos.
A geléia real contém quantidades significativas de proteínas, lipídeos, carboidratos, vitaminas, hormônios, enzima, substâncias minerais, substâncias biocatalizadores nos processos de regeneração das células.
O pólen possui elementos indispensáveis para a vida de um ser vivo pelo fato de ter bastante vitaminas, proteínas e hormônio, mas em estudo realizado na França, percebeu o ganho de peso nas pessoas que usavam o pólen para algum fim. O pólen é conhecido como o pão das abelhas.
A própolis é um poderoso antibiótico natural formado por ceras e resinas de brotos dentre outras partes de tecido vegetal. Leva ainda enzimas salivares e materiais inorgânicos. Possui ações bactericidas, antiinflamatórias, cicatrizantes, anestésicas e antifúngicas. O veneno da abelha normalmente não é fatal ao homem. O veneno só pode ser fatal se for aplicado em grande quantidade e em pessoas alérgicas. A picada de uma abelha pode ser perigosa para ela também. A abelha quase sempre morre depois de picar um homem ou outro mamífero por causa da perda do seu ferrão.
fonte: BrasilEscola
As abelhas apis podem ser conhecidas a 40.000 anos, mas na Europa ou na Asia, pois no Brasil elas só chegaram há cerca de 200 anos.
As nossas abelhas sem ferrão estão aqui há cerca de 100.000.000 de anos e todos os povos naturais da América do Sul e da América Central as conheciam e reverenciavam. É claro, isso nos últimos 20.000 anos, antes disso as abelhas estavam aqui, mas o homem não.
Seu mel das abelhas sem ferrão tem propriedades medicinais maiores que o mel das abelhas apis. Infelizmente as colônias de abelhas sem ferrão não são tão populosas quanto às de apis, mas a maioria delas não é agressiva e pode ser manejada facilmente por crianças ou idosos, sem nenhum perigo.
Por terem evoluido junto com nossas plantas, as abelhas sem ferrão, junto com as não sociais, são responsáveis pela polinização da maioria das plantas com flores, nativas do Brasil, enquanto a apis é muito boa para polinizar plantas nativas de outros continentes, onde elas evoluiram.
Para aumentar nossas colheitas, usamos as apis. Já para preservar a nossa flora, essenciais são as abelhas sem ferrão.
Abelha sem ferrão - Mel sem medo.
Contribuiu: Jose Halley
Abelhas sem ferrão do Estado de São Paulo
Nome Científico | Nome Popular |
Cephalotrigona capitata (Smith, 1854) | mombucão |
Friesella schrottkyi (Friese, 1990) | mirim preguiça |
Frieseomelitta silvestrii (Friese, 1902) | marmelada negra ou preta |
Frieseomelitta varia (Lepeletier, 1836) | marmelada amarela brava |
Geotrigona mombuca (Smith, 1863) | guira |
Geotrigona subterranea (Friese, 1901) | |
Lestrimelitta limao (Smith, 1836) | iratim |
Leurotrigona muelleri (Friese, 1900) | lambe olhos |
Melipona bicolor bicolor Lepeletier, 1836 | guarupu |
Melipona marginata Lepeletier, 1836 | manduri |
Melipona quadrifasciata anthidioides Lepeletier, 1836 | mandaçaia |
Melipona quinquefasciata Lepeletier, 1836 | mandaçaia da terra |
Melipona rufiventris Lepeletier, 1836 | tujuba |
Nannotrigona testaceicornis (Lepeletier, 1836) | iraí |
Oxytrigona tataira tataira (Smith, 1863) | tataira |
Paratrigona lineata (Lepeletier, 1836) | mirim da terra, jataí da terra |
Paratrigona subnuda Moure, 1947 | jataí da terra |
Partamona cupira (Smith, 1863) | cupira |
Partamona helleri (Friese, 1900) | boca de sapo |
Plebeia droryana (Friese, 1900) | mirim droriana |
Plebeia remota (Holmberg, 1903) | mirim guaçu |
Plebeia saiqui (Friese, 1900) | mirim saiqui |
Scaptotrigona bipunctata (Lepeletier, 1836) | tubuna |
Scaptotrigona depilis (Moure, 1942) | canudo torce cabelos |
Scaptotrigona tubiba (Smith, 1863) | tubiba |
Scaptotrigona xanthotricha (Moure, 1950) | mandaguari amarela |
Scaura latitarsis (Friese, 1900) | |
Schwarziana quadripunctata (Lepeletier, 1836) | guiruçu ou iruçu |
Tetragona clavipes (Fabricius, 1804) | borá |
Tetragona quadrangula (Lepeletier, 1836) | borá |
Tetragonisca angustula angustula (Latreille, 1811) | jataí |
Trigona fulviventris Guérin, 1835 | abelha cachorro |
Trigona hyalinata (Lepeletier, 1836) | xupé ou guaxupé |
Trigona hypogea Silvestri, 1902 | mombuca carniceira |
Trigona recursa Smith, 1863 | feiticeira |
Trigona spinipes (Fabricius, 1793) | irapuá |
Trigona truculenta Almeida, 1984 | |
Trigonisca meridionalis Moure, 1990 |
Pedro SRM & Camargo JMF. 1999. Hymenoptera, Apiformes. In: Joly CA & Bicudo CEM (orgs). Biodiversidade do Estado de São Paulo. Volume 5. BIOTA/FAPESP
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Mundo dos insetos é tema de exposição no Museu do Instituto Biológico
A exposição Planeta Inseto estará, a partir do dia 7 de dezembro (terça-feira), no Museu do Instituto Biológico para mostrar a importância desses organismos na vida humana. O evento retrata, de forma lúdica e interativa, os diversos aspectos sobre os insetos, de maneira a sensibilizar o público para sua importância na sustentabilidade ambiental, produção de alimentos e saúde pública, diz Antonio Batista Filho, diretor do Instituto Biológico (IB-Apta) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo.
O Planeta Inseto procura responder questões como: Você sabe o que é um inseto? Sabia que existem mais de 1 milhão de espécies conhecidas e que existam mais outras 7 milhões para serem descobertas? Ou ainda: Você acha que os insetos não são importantes e que só atrapalham? Consegue imaginar nosso planeta 15% mais leve e com a metade dos seres vivos existentes?
Os insetos, aparentemente tão insignificantes, representam mais da metade do planeta e, somente as formigas, 15% de seu peso, conta Batista. Por isso, a exposição Planeta Inseto estimula o visitante a conhecer um pouco mais desses animais, mas de uma forma diferente. Assim, o Biológico imaginou um zoológico de insetos que está à disposição do público. Leia mais...
O Planeta Inseto procura responder questões como: Você sabe o que é um inseto? Sabia que existem mais de 1 milhão de espécies conhecidas e que existam mais outras 7 milhões para serem descobertas? Ou ainda: Você acha que os insetos não são importantes e que só atrapalham? Consegue imaginar nosso planeta 15% mais leve e com a metade dos seres vivos existentes?
Os insetos, aparentemente tão insignificantes, representam mais da metade do planeta e, somente as formigas, 15% de seu peso, conta Batista. Por isso, a exposição Planeta Inseto estimula o visitante a conhecer um pouco mais desses animais, mas de uma forma diferente. Assim, o Biológico imaginou um zoológico de insetos que está à disposição do público. Leia mais...
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Piolhos

Piolhos são parasitas que se hospedam nos seres humanos de duas formas: no couro cabeludo e no corpo. O piolho que parasita o couro cabeludo é conhecido cientificamente como Pediculus capitis.Este tipo de piolho produz irritações no couro cabeludo devido as reação de suas picadas, uma vez que, estas, provocam uma dermatite causada pela reação à saliva deste parasita tão indesejável e incômodo.
Problemas de saúde
Esta irritação, leva o hospedeiro a coçar a cabeça intensamente, provocando pequenas lesões no couro cabeludo, estas, podem facilitar o acesso de germes e bactérias dentro da corrente sanguínea, uma vez que, a cabeça é ricamente vascularizada.
O Pediculus humanus corporis, pode viver no corpo e nas roupas. Este inseto normalmente deposita seus ovos nas roupas. Prefere viver em climas mais frios, porém, pode ser encontrado em climas mais temperados.
Sua picada também causa grande irritação a pele, pois a reação a sua saliva costuma desencadear uma dermatite papulosa e bastante irritante.
Há também o Pthyrius inguinalis, conhecido como “chato”. Estes minúsculos insetos utilizam seu aparelho bucal picador sugador para se alimentar com o sangue de seu hospedeiro. Sua localização se dá nos pelos da região pubiana, axilas, tórax, etc. Atualmente eles não são tão freqüentes devido à evolução dos hábitos de higiene pessoal.
Para a pediculose do corpo, o tratamento consiste em manter a higiene pessoal, deixar as roupas de molho em água fria contendo desinfetante bactericida e fungicida por pelo menos duas horas. Uma outra opção é lavar com água quente as peças de roupa de toda família, inclusive, cobertores, edredons e lençóis, contudo, esta opção pode ser substituída por passar a roupa com ferro quente em ambos os lados.
O tratamento para Pediculus capitis requer mais cautela por estar localizado na cabeça. Neste caso, é apropriado lavar diariamente a cabeça da criança ou do adulto infectado, passar diariamente um pente fino e retirar as lêndeas. De forma geral, é indicado dar preferência a métodos que não empreguem piolhicidas.
Leia mais...
sábado, 4 de dezembro de 2010
Os Moluscos
Ao passear na areias de uma praia, muitas pessoas gostam de admirar e pegar conchinhas trazidas pelas ondas. Essas conchinhas são de diversos tamanhos, formas e cores. Muitas vezes, se tornam bijuterias, pequenos enfeites, ou até mesmo elementos de uma coleção.

Os moluscos têm uma composição frágil, são animais de corpo mole, mas a maioria deles possui uma concha que protege o corpo. Nesse grupo, encontramos o caracol, o marisco e a ostra. Há também os que apresentam a concha interna e reduzida, como a lula, e os que não têm concha, como o polvo e a lesma, entre outros exemplos.

A concha da ostra protege de predadores, da dissecação etc.
A concha é importante para proteger esses animais e evitar a perda de água. Ela é produzida por glândulas localizadas sob a pele, uma região chamada de manto.
Ela não é uma parte viva do corpo do molusco; conforme o animal aumenta de tamanho, novo material é acrescentado à concha, que pode variar de forma e tamanho e ser formada por uma ou mais peças.
Onde vivem os moluscos
Você pode encontrar moluscos no mar, na água doce e na terra. Por exemplo: o caramujo e a lesma ficam em canteiros de horta, jardim, enfim, onde houver vegetação e a terra estiver bem úmida, após uma boa chuva; ficam também sobre plantas aquáticas em lagos, beira de rios etc. O grande caramujo marinho vive se arrastando nas rochas ou areias no fundo do mar. Já as ostras e o marisco fixam-se nas rochas no litoral, enquanto a lula e polvo nadam livremente nas águas marinhas.
No tempo em que ainda não havia vida no ambiente terrestre, os moluscos - com a sua concha protetora - já habitavam os mares. O caramujo do mar é uma das espécies que têm 500 milhões de anos de história. Portanto ele já existia há alguns milhões de anos antes dos peixes surgirem no mar. Fósseis revelam que esses seres, atualmente pequenos, foram, no passado, bem maiores, pois há concha fóssil de 2,5 metros.
O corpo dos moluscos
Como já vimos, os moluscos têm corpo mole. A sua pele produz uma secreção viscosa, também conhecida por muco, que facilita principalmente a sua locomoção sobre troncos de árvores e pedras ásperas, sem machucar o corpo.
O corpo desse tipo de animal é composto por: cabeça, pés e massa visceral. A massa visceral fica dentro da concha e compreende os sistemas digestório e reprodutor.

Classificação dos moluscos
A forma e o tipo da concha são alguns dos critérios usados na classificação dos moluscos. Atualmente, esses animais estão divididos em três classes: os gastrópodes, os bivalves e os cefalópodes.
Gastrópodes
![]() | A concha única, em espiral, é característica típica do grupo dos gastrópodes. Por essa razão, são chamados univalves (uni significa "única", e valve, "peça"). Entre os gastrópodes, estão o caracol e o caramujo; a lesma, apesar de não apresentar conchas ou apresentá-la muito reduzida, também está incluída nesse grupo. Os gastrópodes são animais aquáticos ou terrestres de ambiente úmido. Os aquáticos respiram por meios de brânquias, enquanto os terrestres apresentam pulmões. A cabeça da lesma, do caracol e do caramujo possui dois pares de tentáculos, semelhantes na aparência a antenas. Os olhos ficam nas extremidades do par de tentáculos mais longos. |

Caracol e seus tentáculos
Na boca, existe a rádula, um tipo de "língua raspadora" que facilita a alimentação desses animais.

Microscopia eletônica da rádula raspadora.
fonte: Sobiologia
Lesma verde do mar
Existe uma lesma verde do mar, encontrada na costa leste dos Estados Unidos e do Canadá, na Nova Escócia e também no sul da Flórida, que pode ser tanto um heterótrofo como um autótrofo.
Como assim?!
Sim, eu também tive a mesma dúvida; como é possível um animal ocupar nichos ecológicos tão opostos?!
Eis aí a explicação: a Elysia chlorotica, por ser um consumidor, se alimenta de pequenas algas do gênero Vaucheria (para ser mais exato, a espécie Vaucheria litorea), e como todos sabemos (assim espero), as algas são seres fotossintetizantes, ou seja, portadores de cloroplastos. Estes, por sua vez, ao penetrarem no organismo da E. chlorotica , passam a participar de um processo de endossimbiose, permitindo assim, a fotossíntese de um animal originalmente heterótrofo (a lesma).
É importante ressaltar que, após a ingestão do cloroplasto, esta deveria morrer com o decorrer do tempo, já que faltaria moléculas de clorofila para o seu funcionamento. Mas o surpreendente é que, a E.chlorotica, ao se alimentar das V.litorea acaba incorporando ao seus genes a capacidade de produção de clorofila, permitindo assim, o funcionamento e até a replicação do cloroplasto, podendo este, ser passado para as gerações seguintes.
fonte: Ethos
Como assim?!
Sim, eu também tive a mesma dúvida; como é possível um animal ocupar nichos ecológicos tão opostos?!
Eis aí a explicação: a Elysia chlorotica, por ser um consumidor, se alimenta de pequenas algas do gênero Vaucheria (para ser mais exato, a espécie Vaucheria litorea), e como todos sabemos (assim espero), as algas são seres fotossintetizantes, ou seja, portadores de cloroplastos. Estes, por sua vez, ao penetrarem no organismo da E. chlorotica , passam a participar de um processo de endossimbiose, permitindo assim, a fotossíntese de um animal originalmente heterótrofo (a lesma).
É importante ressaltar que, após a ingestão do cloroplasto, esta deveria morrer com o decorrer do tempo, já que faltaria moléculas de clorofila para o seu funcionamento. Mas o surpreendente é que, a E.chlorotica, ao se alimentar das V.litorea acaba incorporando ao seus genes a capacidade de produção de clorofila, permitindo assim, o funcionamento e até a replicação do cloroplasto, podendo este, ser passado para as gerações seguintes.
fonte: Ethos
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Poríferos
Os poríferos são animais invertebrados, de hábito aquático e vida sedentária (fixados ao substrato). Sua estrutura não possui um sistema com órgãos e tecidos distintos, apenas algumas células diferenciadas, sendo o corpo constituído por poros, por onde entra água e partículas dissolvidas.
O fluxo de água circulante em seu interior ocorre devido à presença de células denominadas coanócitos. Por meio de batimento flagelar, essas células promovem uma contínua circulação hídrica na cavidade da espongiocele, efetuando a distribuição de nutrientes e captação de excretas difundidas para o exterior através do óculo (orifício localizado na região superior de uma esponja).
A sustentação esquelética desses organismos é realizada a partir de um conjunto de células: os espongioplastos (sintetizam a espongina), os escleroplastos (formam as espículas de calcário), e os porócitos (que formam os poros).
A reprodução pode ser assexuada por meio da propagação de gêmulas ou brotos que se destacam de uma estrutura principal (animal adulto), sendo transportado pelas correntes de água até um substrato, onde se instalam e desenvolvem. Contudo, a reprodução também pode ser sexuada, visto que as esponjas produzem gametas que se fecundam originando uma larva móvel.
Tipos de esponjas: áscon, sícon e lêucon.
/www.mundoeducacao.com.br/
O fluxo de água circulante em seu interior ocorre devido à presença de células denominadas coanócitos. Por meio de batimento flagelar, essas células promovem uma contínua circulação hídrica na cavidade da espongiocele, efetuando a distribuição de nutrientes e captação de excretas difundidas para o exterior através do óculo (orifício localizado na região superior de uma esponja).
A sustentação esquelética desses organismos é realizada a partir de um conjunto de células: os espongioplastos (sintetizam a espongina), os escleroplastos (formam as espículas de calcário), e os porócitos (que formam os poros).
A reprodução pode ser assexuada por meio da propagação de gêmulas ou brotos que se destacam de uma estrutura principal (animal adulto), sendo transportado pelas correntes de água até um substrato, onde se instalam e desenvolvem. Contudo, a reprodução também pode ser sexuada, visto que as esponjas produzem gametas que se fecundam originando uma larva móvel.
Tipos de esponjas: áscon, sícon e lêucon.
/www.mundoeducacao.com.br/
Assinar:
Postagens (Atom)